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Tuesday, December 11, 2012

Livro - Em busca de mim mesmo / Sergio Viula

Em busca de mim mesmo - Sergio Viula
Semana passada li  “Em busca de mim mesmo” do Sergio Viula

Recebi pelo correio, sentei para dar uma folheada superficial e  não consegui largar até o final – isso raramente aconteceu antes. 

Então não preciso dizer que fiquei impressionado com o que caiu em minhas mãos. Não me lembro em quanto tempo terminei  a leitura, mas foram algumas horas intensas nas quais meu cérebro rodopiou várias vezes. 

Mas, antes de falar sobre o livro, e a fim de que meus comentários façam sentido (pois o impacto foi grande), é importante registrar algumas situações e experiências da minha vida.


Flashback :

Criação cristã : tive uma educação religiosa, digamos, “rigorosa” dentro da Igreja Metodista, e fui catequizado dentro dos conformes, dos dogmas da denominação. Fui batizado, ungido, fiz o curso de “profissão de fé” - para poder tomar a santa ceia - , tive meu “encontro pessoal com Cristo”, ministrei aulas na “escola dominical”, participei de grupos de crianças, juvenis, jovens, e por aí afora.

Mas, como não poderia deixar de ser, comecei a vivenciar conflitos entre a fé e a razão quando, por exemplo, tomei conhecimento da teoria darwiniana. 

Me lembro claramente de uma situação quando, por volta dos meus 12 anos, questionei o pastor (até então uma  referência de “sabedoria”) sobre o desacerto entre a ciência e a religião (cada uma dizendo uma coisa sobre o mesmo assunto)

Ele me respondeu categórico : “Deus não gosta de pessoas inteligentes”. 

Acreditam ? Daí pra diante como levar a sério a religião ?

Então, gradativamente, paulatinamente fui me afastando da igreja (no sentido beato). 

Porém, como todo “ex-crente” sabe, é quase impossível desamarrar-se das leis, conceitos, preceitos e preconceitos divinos inculcados, marcados profundamente no espírito.
Contracapa

Anos depois, já gay assumido, eu e meu companheiro – ainda buscando algum tipo de inserção cristã-social - acabamos nos envolvendo com alguns grupos gays cristãos (um de São Leopodo , e outro aqui de Porto Alegre). Para quem não conhece, estes grupos têm um forte caráter inclusivo e são o caminho  natural para aqueles gays que querem professar / celebrar o cristianismo sem que, para isto, tenham que esconder sua sexualidade – Então, para nós (ele em ex-militante nas “categorias de base” do catolicismo), este tipo de proposta soou sedutora.

Participamos durante algum tempo nestes grupos, inclusive abrindo nossa casa para a celebração de encontros, reuniões, orações e cantorias (a vizinhança “esmudecia” (sic) quando as bibas se largavam a cantar hinos evangélicos no nosso apartamento).

A experiência foi válida, mas acabamos nos afastando em nome do livre pensamento, e também porque percebemos que algumas bees eram mais fanáticas do que o crente mais crente que poderíamos encontrar fora do meio.

Em um determinado momento, numa destas fases, tomamos conhecimento do trabalho de um grupo chamado MOSES (Movimento pela Sexualidade Sadia), cujo objetivo era (ou é) operar o milagre de "converter" gays em heteros através da reza brava e acolhimento cristão. Não preciso dizer que ficamos emputecidos com tal proposta e chegamos a discutir possíveis ações de resposta através dos grupos que frequentávamos.

Lembro que numa Parada Gay, um simpático jovem aproximou-se e nos entregou um belo folheto divulgando o trabalho do MOSES. Ficamos indignados com tal petulância e procuramos os dirigentes da parada para denunciar a "infiltração", mas a coisa acabou dando em nada.

Os anos se passaram, nos afastamos dos grupos gays cristãos e perdemos o MOSES de vista.

Fim do Flashback.

Há coisa de umas duas semanas, por conta de minha participação em uma reportagem no Jornal do Almoço (RBS TV) acabei trocando mails com um tal de Sérgio Viula, que para mim (confesso) até então era mais um destes contatos educados que surgem eventualmente na net. 

Mas, o que me chamou a atenção foi que, na troca de emails, ele me mandou um link onde comentava a peça "Angu de sangue" ( que eu já tinha visto aqui em Porto Alegre há alguns anos).
No tal link vi que ele que divulgava um livro no qual conta sua trajetória de crente fervoroso a gay assumido. Achei interessante e comprei a obra no impulso, sem saber muito a respeito (pois, como ex-crente,  me interesso pelo assunto)
Deus odeia as bixas

Pensei que era algo na linha do bom “Desclandestinidade: um Homossexual Religioso Conta SuaHistória”, do Pedro Almeida, que relata a experiência do autor como missionário na “Legião da Boa Vontade” e as consequências que ele e o Franklin de Paiva (filho do “iluminado  e caridoso" Paiva Netto), sofreram ao terem seu romance descoberto.
No processo de compra, para minha grata surpresa,  acabei descobrindo que quem envia o livro ao cliente é o próprio Sérgio. Pedi então que ele enviasse meu exemplar autografado (o que ele fez).

A entrega chegou tri rápida. Abri o pacote e dei uma sentada para dar aquela folheada superficial e uma lida no inicio. 

Início :
Depois de muitos anos de sofrimento mental e emocional ten­tando deixar de ser gay, cheguei à conclusão de que a aprovação e o respeito condicionais que algumas pessoas me ofereciam não compen­savam o tormento da negação de mim mesmo e nem se comparavam ao maravilhoso sabor da liberdade e autenticidade que a emancipação poderia me dar. Foi uma longa trajetória como você poderá ver ao longo deste meu depoimento, mas imediatamente após a minha deci­são de romper com tudo o que me impedia de viver como um homem Livre e dono do meu destino (projeto que vai se concretizando dia após dia), pensei em como transformar algumas de minhas experiências boas e ruins num meio de ajudar aqueles que, como eu outrora, so­frem por não conviverem naturalmente com a atração homoerótica. Foi assim que surgiu a ideia de colocar no papel alguns dos principais episódios da minha vida, acompanhados de reflexões de ordem exis­tencial, além de alguns fatos históricos e contemporâneos, sem preten­der cientificidade, ainda que em alguns momentos me valha de con­ceitos recorrentes no contexto da academia.”
Este parágrafo me fisgou. 

Continuei a ler e logo percebi que o que tinha em mãos não era apenas algo do tipo "Esta é sua vida", "Retrato Falado ou “Arquivo Confidencial”., e sim, além disso, também um texto poderoso, pontuado por reflexões sólidas e provocantes a respeito da religião e sua influência na (de)formação do humano.

Um texto diante do qual é impossível manter uma atitude blasé, indiferente. E, para minha absoluta perplexidade, a certa altura Sergio “confessa” ser um dos fundadores e militantes do MOSES !

Eu realmente não esperava isto. O fato dele ter sido um daqueles que “nos perseguiam”, e que agora larga este petardo anti-religião (assumindo sua sexualidade de forma libertária) é algo que realmente faz diferença. (Um Saulo / Paulo do avesso ?)

Deus te Odeia e Voce vai para o Inferno
No “Em busca..”, Sérgio não tem medo de assumir um papel quase de “terrorista anti-religião”, e vai demolindo – não sem dor, é claro - tijolo por tijolo das muralhas de “amor cristão” que aprisionavam e aniquilavam sua natureza.

O texto nos faz sentir palpável, orgânica a sua luta contra a culpa e o pecado dos desejos homoeróticos. Vivemos a guerra entre sua natureza sexual  e a fé dogmática. Compartilhamos sua miséria espiritual nas seguidas tentativas de salvação, de transformação. Testemunhamos seus compromissos e promessas assumidas (e fracassadas) diantes de si, da comunidade e dos céus. 

Seus juramentos e seguidas experiências de “renascer”. Sua vergonha, sua expiação pública e familiar a cada confissão de “recaída”. Sua renovação de votos nos mandamentos. Seu clamor sincero a Deus na busca de uma transformação real. Sua dor, sua frustração, seu calvário e purgação no caminho fracassado de se tornar “um normal”. Tudo contribui para ilustrar um quadro intenso de uma alma atormentada que, através da força da verdade, nos convida a acompanhá-la na sufocante subida à tona, ao sol,  à terra firme. Enfim, à “salvação”.

E, nesta viagem,  com muita sabedoria, Sérgio coloca algumas questões, simples porém extremamente significativas que definitivamente arruínam qualquer idéia de mudança da sexualidade através da fé, da religião, da crença.

Por exemplo :

Por que um gay convertido através do milagre de Cristo necessita continuar a freqüentar grupos de apoio dentro da igreja a fim manter  a vigilância contra  seus desejos ? Afinal,  o milagre ocorreu ou não ? Ou então o milagre foi parcial ? Deus (ou Cristo) não teve o poder de mudar totalmente a natureza (ou seria a tentação, o feitiço, a  maldição, o pecado, a tara,  etc) da criatura ? 

Outra :

Dizem os milagreiros que esta vigilância, este "apoio", são necessários para manter o alerta  às investidas de Satanás, que vai continuar a “tentar”  o(a) transformado(a) com a sujeira do sexo homo (ou lésbico). Ora, por que Satanás não se aproxima de um hetero para tentá-lo (atormentá-lo) com desejos homoeróticos ? Por que Satanás se preocupa apenas em despertar desejos homoeróticos nos ex-gays e não nos heteros? 

Outra :

Se Deus é todo amor, todo bondade e só quer o bem das suas criaturas, por que não atende as súplicas dos gays  e realmente os transforma, libertando-os do desejo imoral? Que pai de bondade – e também de poder - é este, que não responde aos desejos sinceros dos corações de seus filhos, e deixa que o Maligno  vença? O homem dolorido suplica ajuda ao Criador e este, ao invés de atendê-lo, ao invés de operar o milagre da transformação, o entrega ao Capeta (e eles continuam gays). Que belo pai!

E mais :

Se existem gays, quem os criou ? Deus ? Com que finalidade o “pai amoroso” criou tais criaturas e depois se recusa a “curá-las”?  Ou o “Bondoso” os criou e depois se deleita em fazer “ouvidos de mercador” às suas preces? Ou então  estes pervertidos foram  criados por Deus, mas foram desviados por Satanás?  E Satanás fez isto com a concordância de Deus, ou ele tem poder para arruinar qualquer filho do Altíssimo que queira? Se ele fez com a concordância do Criador, eles sentam juntos para sortear os atormentados? E se um gay que suplíca não consegue se curar, quer dizer que Satanás tem mais poder?

Bem, é claro que todas estas questões fazem  sentido apenas para aquele tipo de crente que só consegue ver o mundo através moral  cristã mais estreita. E a busca de respostas e explicações para tais sandices só pode partir daqueles que vegetam na facilidade de um credo cego e preconceituoso  - Porém não ouso afirmar que todos os cristãos são preconceituosos, pois sei que não são.

Se Deus odeia as bixas, por que nós somos tão lindas ?
De qualquer forma, quem já passou pelo processo de expiação dos dogmas religiosos (um homem iluminado pelo livre pensar) acaba achando ingênuos, tolos e desnecessários tais tipos de questionamentos. 

Porém, infelizmente, a crendice na absurda idéia de que ser homossexual é sinônimo de pecador, de sujo, de não merecedor "do reino dos céus",  ainda assombra corações e mentes de milhares de pessoas. 

Pessoas que estão ao nosso redor e que destroem seu desejo, sua alegria e sua vida em nome de uma imposição moral-religiosa, decretada (vomitada) por uma horda  de espíritos sem luz (mas que se acham “santos”, “escolhidos” , “conhecedores da lei (diga-se “Bíblia”) – tipo pastores, padres e/ou qualquer outra espécie de “irmão”),  e que só frutifica em condenação, perseguição e morte.

E a obra do Sérgio vem contrapor tudo isto de forma matadora.

Tenham certeza, repetindo : o texto vai muito além do mero “esta é sua vida”. Aquele que se aventurar a percorrê-lo tem que ter em mente que estará diante do desafio de abrir uma brecha para a luz da razão, estará diante do desafio da  mudança, do renascimento.

Então, mesmo não concordando com tudo que li, afirmo que “Em busca ...” é um texto necessário, fundamental.  Um cânone de liberdade. 

Uma cartilha de (trans)formação, com o poder resgatar vidas do lodo da mentira e  infelicidade que a religião impõe.

Parece exagero, eu sei – mas é verdade.
Deus odeia as bixas ? Obrigado por me avisar. Vou deixar de ser bixa imediatamente

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Excertos  de “Em busca de mim mesmo”  :

Surgimento do grupo MOSES
“ Contudo, antes mesmo de me envolver com o jornal Desafio das Seitas ou de ser ordenado pastor, aventurei-me numa outra empreita­da. Esta sim, me traz mais constrangimento do que qualquer outra que eu tenha renunciado quando decidi assumir o que comumente se chama de identidade homossexual. Uso o termo constrangimento, por se tratar de uma organização voltada para "ajudar os homossexuais interessados em "deixar" a homossexualidade - como se houvesse um estado homossexual e outro heterossexual, e ser humano pudesse aspirar a um ou ao outro arbitrariamente E Junho de 1977, João Luiz Santolin, Liane França e eu fundávamos oficiosamente o Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES). Nossa primeira atividade oficial como MOSES foi um evangelismo na Av. Atlântica, em Copacabana, durante uma passeata do Dia do Orgulho Gay. Éramos apenas três naquele momento, fazendo o lançamento de um ministé­rio que ganharia projeção nacional através da mídia.”
 Gays, Igreja e Salvação :

É curioso o poder de atração que a igreja exerce sobre as pessoas em geral, mas é ainda mais intrigante como ela consegue cativar tantos homossexuais, especialmente quando pensamos na contradição entre o que igreja prega e o que significa ser gay.
Apesar de todo o barulho que os grupos de militância homossexuais fazem contra o modo como as igrejas abordam a homossexualidade, muitos gays continuam procurando estas mesmas igrejas em busca da cura ou libertação. O problema é que a pessoa homoerótica que se aproxima da igreja ouve muitas promessas da parte de seus pregadores ou conselheiros, mas não pode avaliar objetivamente se elas têm sido concretizadas, ou não, nas vidas de outras pessoas homossexuais que permanecem na igreja.
( ...)
Para manter esse homossexual que sente falta das relações homoafetivas no "aprisco das ovelhas", os movimentos de "cura" dizem que estas "tentações" são parte natural da caminhada que o ho­mossexual inicia como cristão. Alegam os crentes que todos são tenta­dos, cada qual numa área diferente. Mas se realmente existe transfor­mação de gays em heterossexuais, não deveria existir "tentação" ho­mossexual para alguém que realmente deixou de ser gay. Ou será que alguém que não é gay costuma ser severamente "tentado" a se relacio­nar com outro homem? Poderia uma mulher heterossexual ficar peri­gosamente balançada por causa do charme de outra mulher? Se o homossexual foi transformado, por que é que ele continua se sentindo insuportavelmente atraído por pessoas do mesmo gênero? Por que seus sonhos eróticos durante a noite não são heterossexuais? Por que não consegue evitar pensar em alguém do mesmo sexo quando se mastur­ba? Homossexuais também podem achar belo alguém de outro sexo. Mas por que os homossexuais masculinos que frequentam as igrejas evangélicas não se sentem sexualmente perturbados pela presença de uma mulher deslumbrante que cruza seu caminho? Ao invés disso, muitos fazem um esforço hercúleo para não virarem a cabeça e darem uma segunda olhada naquele "bofinho" lindo que canta no coral da igreja. A mesma regra valendo, a seu modo, para muitas lésbicas que garantem que foram transformadas"
Bem” , “Mal”, “Poder” e “Sofrimento” - E o papel de Deus nestes assuntos.
(...)
Mas para explicar o que se convencionou chamar “mal” , o cristianimo recorre ao mitológico satanás. E para explicar o que se convencionou chamar “bem”, a igreja recorre a um Deus que – na prática – não se importa com o sofrimento humano, e nem poderia.
É muito mais simples do que se imagina: se Deus existe e é todo-poderoso -, mas não intervém na miséria humana, ele só pode ser sádico. Agora, se ele não intervém porque não tem poder para isso, então ele não é. melhor do que qualquer outra divindade apregoada pelos teístas de todos os matizes. A meu ver, só existem três possibilidades : ou Deus não é todo-poderoso; ou Deus não é bom; ou Deus não existe de modo algum. Alguns se desesperam só em pensar na possibilidade de Deus não existir. Precisam de um pai para acompanhar cada passo da caminhada. No caso dos católicos, não dispensam a mãe também. Só que essas crenças oferecem restrições aos desejos, sonhos e comportamentos humanos - alguns deles maravilhosos. Não oferecem, porém soluções reais para as crises que o ser humano enfrenta. O que se consegue resolver, é resolvido pelo próprio ser humano, ou então é reprimido com todas as forças para não lançar este Deus em descrédito e com isso, atrair sua ira (ou seria a ira da igreja?). Se o homem acerta, o crédito é de Deus; se o homem erra, a culpa é sua ou, no máximo, do diabo.
 ( ...)
 Depois de todos esses e outros questionamentos cheguei à conclusão de que se o mundo viveu sem o cristianismo por milhares de anos, eu também podia viver minhas poucas décadas sem a domina­ção mental desta crença. Em alguns lugares do mundo, as pessoas continuam vivendo sem o cristianismo até hoje. Alguns seguem outras religiões, mas milhões abandonaram completamente a crença numa divindade, qualquer que seja ela. E por que deveria eu ficar sofrendo para agradar um Deus que eu nunca vi, a quem clamei sem respostas e por quem sacrifiquei tanta coisa sem garantia alguma de que tenha valido a pena?
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Sergio é um grande militante da causa Gay no Brasil. 
 
Siga os links abaixo para conhecê-lo melhor :

Blog do Sergio : "Fora do Armário" ( um aula de cidadania) . Link aqui
Entrevista para a Revista Época. Link aqui.
Sergio, Malafaia e Avon. Link aqui 
Sergio xinga o Silas Malafaia. Link aqui 
Entrevista Ex-Hetero. Link aqui
Entrevista Bulevoador. Link aqui

1 comment:

Sergio Viula said...

Sem dúvida, essa foi a melhor "review" que eu já recebi do livro "Em Busca de Mim Mesmo".

Quantas intercessões em nossa caminhada sem que soubéssemos que já estivemos em lugar tão próximo sob o dogma e agora compartilhamos o mesmo fora dele.

Agradeço muitíssimo toda a consideração desse post maravilhoso! Colocarei entre o link entre as reações dos meus leitores - uma página que figura no meu blog permanentemente.

Vou divulgar também na minha timeline e twitter. Isso trará dois benefícios:

1. Mais gente saberá a respeito do livro a partir da visão de um leitor muito bem informado;

2. Mais gente conhecerá seu blog e isso é o mínimo que posso fazer em reconhecimento ao seu carinho.

Desejo que seu amor, alegria e conhecimento cresçam a cada dia em todos os campos.

Beijo carinhoso para você e para o seu amor.

Sergio Viula