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Thursday, January 10, 2013

Filme - Os Intocáveis


Os intocaveis - poster
Por “intocáveis” pode-se pensar em figuras de  dois extremos da sociedade, tipo um pária e um brâmane da sociedade de castas hindu ou do Nepal ( na verdade o conceito de "intocável" aplica-se exclusivamente aos párias)

De um lado, o  milionário Philippe (François Cluzet, o Dustin Hoffman francês, ótimo como sempre), - o brâmane - , altamente erudito, requintado, aristocrata,  fino, chique, elegante, porém tetraplégico.

De outro, o estrangeiro Driss (Omar Sy), - o pária-,   um semi-marginal, ex-detento, meio-órfão, quase um homeless, desempregado,  apreciador de funk  de raiz (tipo Earth, Wind and Fire, Kool and the Gang) .

Dentro de um “sistema de castas” (que existe quer queiramos ou não, mesmo camuflado), pode-se imaginar que estes dois universos jamais se tocariam, seja por discriminação, preconceito, temor, condição econômica, condição profissional, poder, etc.

Ou seja, cada macaco no seu galho, cada classe no seu mundo .

Porém este inusitado acontece quando Philipe contrata (em teste) Driss como seu cuidador pessoal.

A partir daí a aproximação que ocorre entre os dois irá desencadear diversas experiências que irão transformá-los, que irão abrir em ambos novos olhares, horizontes e possibilidades de vida

François Cluzet & Omar Sy
Baseado em fatos reais, “Os intocáveis” mostra a bela relação que se estabelece entre estes dois homens, de mundos tão distintos, a partir do momento em que a intimidade emocional (o básico do humano) os conecta e os engrandece.

Algumas cenas são fantásticas, especialmente aquela da associação das músicas clássicas com a mídia  e a outra com os vários formatos de barba e bigode que Driss vai esculpindo no rosto do Philipe.

Não é um super filme, mas vale a pena, mesmo porque assistir  um longa baseado em valores humanos é sempre bom.

Mesmo soando piegas.

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 Trailer abaixo



Sistema de Castas

Só para registro : O desenho abaixo representa o sistema de castas da India, que é condenado por lei mas que ocorre na prática cultural do povo.

Saturday, December 29, 2012

Filme - A ultima casa da rua



A ultima casa da rua

É  quase inacreditável  que uma atriz tão promissora como a Jennifer Lawrence tenha concordado em participar deste lixo.

Porém, segundo consta, ela teria aceitado em atuar nesta josta antes de encantar o planeta com suas performances em “Inverno da Alma” e “Jogos Vorazes”.  

Só assim se justifica esta sua pisada feia na bola.

Não sei qual foi a leitura que ela – e os outros atores – fizeram do roteiro antes de aceitar  ganharem um troco neste longa, mas realmente , se acharam que  estavam embarcando num projeto  decente,  o tiro saiu pela culatra.

Até que a certo ponto, o filme vai bem.

Mãe, Sarah,  (Elisabeth Shue – ótima) , recém separada, e a filha Elissa, (Jennifer Lawrence) mudam-se para uma casa no meio de uma espécie de parque florestal

Ali é a base para ambas começarem uma nova vida, numa nova cidade (novo emprego, nova escola, novos amigos, etc).

Jennifer e Elisabeth
Porem, o  vizinho delas é Ryan (Max Thieriot)  um garoto soturno e arredio que teve os pais assassinados pela irmã Carrie Ann, que todos julgam estar morta.

Só que Carrie Ann está “viva”, e Ryan a mantem numa espécie de prisão, da qual a garota foge várias vezes para ... o que mesmo ? 

- a gente pensa uma coisa, mas.... - 

Não vou dizer  mais nada,  mas afirmo  que tudo é extremamente frouxo,  gratuito.

Nada faz sentido. 

As motivações e ações dos personagens não são explicadas ( a idéia  da agressão na Disputa de Bandas saiu de onde ? ),  e não conseguimos simpatizar com ninguém em cena (se bem que eu gostei mais da Sarah, esta sim com algum miolo na cabeça).

Mas, pelo menos, o  que se espera de um thriller é muito suspense e sustos, sendo que isto certamente não ocorre aqui.

As cenas “tensas” seguem a cartilha mais babaca  do gênero, o que só provoca  bocejo e indiferença.

Tipo, "agora vai acontecer tal coisa"... e acontece mesmo.

O roteiro do David Louka  guarda vários “segredos”  e reviravoltas para surpreender e impressionar os incautos (só que tudo é muito mal explicado, ou nem é )

O Reflexo do Medo
 Mas para quem viu o excelente “O Reflexo do Medo”  (numa atuação espetacular da Sondra Locke) de 1973, fica logo óbvio qual é a “grande surpresa”

A idéia central ( a motivadora do "trauma") é absolutamente a mesma.

A cópia é tão descarada que o final da “Ultima casa...”  pretende recriar   o impacto da revelação da  última cena do  “Reflexo do medo”, o que  só funciona  para quem não conhece o clássico de 1973.
Sondra Locke em "O Reflexo do Medo"

Em "O reflexo .." o final fecha coerentemente - e assustadoramente - com tudo o que foi visto antes, situação que "A ultima casa " passa longe. 

Lamentável

Tudo bem, Jennifer é uma atriz sublime, um grande talento com um futuro promissor.

Vamos fazer de conta que ela não participou desta bomba.

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Trailer abaixo


Trailer do "Reflection of Fear"

Wednesday, December 26, 2012

Filme - Tropicalia

Poster Tropicalia
Extraordinário documentário do Marcelo Machado, que retrata a gênese, vida e “morte” do movimento que mudou  a cultura tupiniquim. 

Ironicamente, o filme começa com Caetano declarando, num programa de televisão português do final dos 60´s, que o Tropicalismo ja tinha morrido e que já não havia sentido em continuar a remexer em suas cinzas.

É claro que isto não era (e não é) verdade. 

O Tropicalismo misturou radicalmente -   num grande caldeirão de idéias, conceitos e estilos  -,  várias formas de arte (musica, cinema, teatro,  artes plásticas, etc),  numa proposta de manifestação artística que transgrediu e quebrou de forma definitiva as barreiras entre o erudito e o popular.

Deste modo vemos no documentário a importância de  Glauber Rocha com o "Terra em transe",  a  ousadia de José Celso Martinez Corrêa com a  montagem  de "O rei da vela" ( de Oswald de Andrade ), e também o trabalho do artista plástico Hélio Oiticica - a quem se deve a criação do termo "Tropicália", título de uma instalação vista no Museu de Arte Moderna carioca e que batizou a canção de Caetano Veloso em torno da qual se construiu o disco "Tropicália ou panis et circensis", espécie de manifesto musical do movimento.

Nesta trupe cabem ainda : Os mutantes, Rogerio Duprat, Tom Zé, Torquato Neto, Gal Costa, Jorge Mautner, Rogerio Zganzerla e outros.

Sem esquecer de  Chacrinha, Jorge Ben, Roberto Carlos, a Jovem Guarda, capoeira, samba, forró, baião, o rock, tudo batido numa centrífuga antropofágica ( novamente Oswald ) que definiu (e define) uma estética integrada,  fundamental e mirabolante que é a cara do Brasil
.

Infelizmente tal estética ainda é rejeitada por milhões de “conhecedores”, “eruditos”, “intelectuais”  - e outras aberrações do gênero - , que desprezam e ignoram o popular, tachando de ridículo e inferior tudo o que consideram “brega”.

De qualquer forma, capitaneado por Caetano e Gil, o  tropicalismo foi um soco na cara do conservadorismo nacional, na pureza das “belas artes”, e - o que dá outra dimensão a sua história -  com todo o movimento ocorrendo em plena ditadura militar.

Isto,  conforme a história registra,  acarretou a perseguição e o exílio dos dois mentores.

E o filme, além de falar sobre o Tropicalismo,  traça um excelente panorama do efervescente ambiente sócio-político da época.

Uma época de repressão e contestação, de perseguição e busca de liberdade.

Uma época de enfrentamento político e social. Uma época utópica, sonhadora. Uma época de mudanças definitivas. Uma época de transformação de comportamento, de quebra de barreiras, dogmas e velhos conceitos.

Analisando a atualidade, certamente não vivemos numa sociedade libertária, onde o humano é valorizado pela sua natureza.

Porém é inegável que movimentos revolucionários como a Tropicália, hippies, e qualquer outro que vise a libertação e integração do humano, lançaram  sementes que geraram novas idéias, conceitos e estéticas que resultaram em novos comportamentos e evolução social.

Ágil, surpreendente (algumas imagens são fabulosas pelo ineditismo), altamente informativo e emocionante (especialmente Caetano cantando “Asa Branca”),  o documentário do Marcelo Machado   é uma obra para  ver e rever sempre.

Fantástico, para dizer o mínimo.
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Trailer do filme


Tropicalia com Caetano


Gil e os Mutantes – Domingo no Parque


Gal – Divino Maravilhoso

Thursday, May 31, 2012

Filmes vistos (ou não) ultimamente


SHAME 

Filmaço. Bem no estilo que eu gosto. Denso, difícil, provocador. 

Michael Fassbender (sem comentários, um super ator), faz um publicitário – Brandon - que “sofre” de uma compulsão por sexo. Prostitutas, masturbação no ambiente de trabalho, pornografia na internet, pegar mulher na rua para uma trepada rápida, nada o sacia – e nem o satisfaz.  


O sexo é sua fuga, sua droga. Brandon  é dominado pelo caralho – tanto que logo no inicio do filme o close é no pau do moço e não na sua cara - e administra seu universo (casa, trabalho, relações sociais e profissionais, etc) de forma a sustentar / saciar seus instintos.

Só que este mundinho habilmente equilibrado entra em caos com a chegada / invasão da sua irmã problemática Sissy (Carey Mulligan, numa performance demolidora).  Sem explicar muito  as motivações - o que só engrandece o filme – Brandon e Sissy revelam um relacionamento repleto de  raiva, ressentimento, encontros, diferenças, dor, entendimento e amor. 


A coisa acaba embolando o meio de campo do rapaz e as conseqüências são .... trágicas ? 

Repetindo : Filmaço !

PATTON  - Rebelde ou Herói ?

Filme de 1970, na escola dos velhos épicos que não se fazem mais.  Com quase 3 horas de duração, Patton , conta, obviamente,  a história do general George S. Patton (vivido por George C. Scott) e suas peripécias no comando de tropas americanas na segunda guerra mundial.

Patton é um “maluco” que acredita ser o fruto da reencarnação de vários guerreiros do passado e que agora tem a missão de liderar o melhor exército, na melhor guerra, da forma mais brilhante, intrépida e corajosa, e assim alcançar a glória e consagração a ele destinadas pelos deuses.

E ele realmente viaja na história. Atolado na vaidade, acredita ser “ o escolhido” o que o faz ignorar conselhos, recomendações e até ordens para conseguir seus intentos. Isto sem falar na sua  boca grande que o leva às mais infelizes declarações – por conta de seus preconceitos -  gerando perigosos incidentes diplomáticos - , e também de suas atitudes “duras” e “disciplinadoras” com aqueles que ele julga “fracos” e “covardes” – o  que também acaba lhe trazendo grandes aborrecimentos. 

É claro que tudo isto resulta, dentro da sua visão, em perseguição à sua figura e ele não entende porque o comando militar o tira de cena várias vezes.  Afinal ele é um abençoado dos deuses, está acima do bem e do mal, e suas ações são sempre motivadas dentro das melhores intenções, digamos, “guerreiras” .

O filme é grandioso e vale a pena ser descoberto, mesmo com sua duração excessiva.

Curiosidades : George C. Scott foi consagrado com o Oscar de melhor ator por este filme. George simplesmente recusou a estatueta dizendo que os prêmios da academia eram um “concurso de carnes”.

GONE – 12 HORAS

Escrito e dirigido pelo brasileiro Heitor Dhalia – em sua estréia em Hollywood -  Gone narra o sufoco 
da jovem estudante Jill Parrish (Amanda Seyfried – muito boa ) que ao voltar para casa, depois de uma noite de trabalho, encontra vazia a cama da sua irmã Molly. Depois de tentar contactá-la, Jill conclui que Molly  foi raptada pelo mesmo serial killer que a raptou dois anos antes e que agora teria voltado para concluir o serviço – já que ela teria sido a a única vítima que conseguiu escapar. 

Acontece que Jill nunca conseguiu comprovar sua história – alem de ter passado por internações em clínicas para malucos – e, assim, a policia não acredita em nada do que ela fala. Desesperada – porem determinada – Jill parte para salvar sua irmã de qualquer maneira.

Bem, mesmo com alguns furos no roteiro, o filme é legal e prende a atenção.  Nada demais, mas vale como um bom programa para quem gosta do estilo.

POLISSE

Da atriz, diretora e roteirista Maiwenn (que atua como atriz, diretora e roteirista neste filme), Polisse mostra  a rotina da Brigada de Proteção ao Menor, em Paris.

Acompanhamos o dia a dia dos policiais no enfrentamento com pedófilos, pais negligentes, trombadinhas, e toda a sorte de crimes e abusos envolvendo menores. Além disto somos convidados a participar das vidas particulares dos integrantes do esquadrão e acabamos testemunhando seus dramas, romances, vícios, doenças, desvios, carências, alegrias, tristezas, etc.  

Com mas de duas horas de duração (que parecem intermináveis), Polissei naufraga na sua pretensão. 
Nas cenas em que o grupo de policial aparece “exercendo a profissão” é gritante o absurdo e a incompetência que demonstram em tratar determinados casos (tipo interrogarem os acusados de forma coletiva, interrogarem crianças em publico,  isto sem falar na pior cena quando eles simplesmente caem na gargalhada na frente de uma garota que disse ter  sido obrigada a  chupar uma turma de meninos para reaver seu celular ).

Nas cenas das suas vidas particulares, o que fica claro é a intenção da roteirista-diretora em mostrar que aquele grupo é “humano”, com seus méritos, falhas , idiossincrasias, etc. OK, bem pensado. Mas precisava tanta verborragia, tanta tagarelice, tanta cena “de grito” , tanta cena de “conflito”, alternadas com tantas cenas “românticas”, sem levar a lugar algum?

Achei um pé no saco.

DRIVE
Sobre este filme não tenho muito o que falar.

Drive vem na linha de explorar o personagem do herói (não sei se seria bem esta a palavra -  aqui vivido de forma perfeita por Ryan Gosling) com um passado obscuro, que surge do nada e se estabelece numa comunidade, que demonstra oscilações de atos monstruosos (algumas cenas de assassinato são, digamos, “especialmente iradas”) a amorosos (a relação com a mãe e filho vizinhos são “lindas”, numa espécie de tentativa de resgate ou construção familiar).  É o  herói calado, solitário, triste, destemido, justiceiro, amigo, fiel, assassino, frio,  impiedoso, que voluntariamente se envolve numa trama perigosa com o intuito de acertar e ajudar àqueles que ele ama (ou acha que ?). Ou seja,  aquele cara (ou criatura)  sem chefe – dono do seu destino -  que concentra todos os elementos de um personagem “cool”,  marginal, outsider que de alguma forma sempre acaba mexendo com nosso imaginário, sendo  praticamente impossível não torcer por ele, apesar de nos assustar.

O elenco é fenomenal e todos os personagens muito bem construídos.  Filmaço !!

Povão do filme : Ryan Gosling (fantastico), Albert Brooks (de volta num papel de super marfioso), Carey Mulligan (mais uma vez provando que é 10 !), Ron Perlman (este cara é literalmente uma “figura”), Oscar Isaac (perfeito, “feio”,  quase irreconhecível), Bryan Cranston (em um personagem triste, belamente construído), Christina Hendricks (numa “roupa de assaltante” inacreditável)

BABYCALL

Me propus a assistir por causa da Noomi Rapace, a deusa que fez a Lisbeth Salander na  trilogia Millenium Sueca.

Descrição retirada do Terra :

“Em Babycall, Rapace dá vida a Anna, uma mãe que protege seu filho de um relacionamento complicado com o ex. Para tanto, ela faz uso de um monitor de áudio - que dá o título do filme, "babycall" - para se assegurar que tudo está certo com o pequeno Anders.

Tudo se complica quando Anna ouve barulhos estranhos, que se assemelham a um assassinato, e um amigo misterioso do garoto passa a visitá-los com freqüência”

Bem, comecei a assistir na boa, mas, depois de um certo tempo, só consegui ir adiante no “modo acelerado” e pulando várias cenas.

 Babycall pretende ser uma viagem dentro da loucura, da paranóia da protagonista e para isto, somos desafiados a discernir o que é real e o que é imaginado dentro das suas visões e experiências.

Até ai tudo bem, o problema é que todos os personagens deste filme são absolutamente ridículos, mal construídos e incapazes de despertar qualquer simpatia ou empatia.

E quando a loucura geral vai se instalando, fica óbvio no que tudo vai dar (sempre a solução mais óbvia criada por roteiristas sem imaginação) .


 Chato, óbvio e ridículo.



HAYWIRE – À TODA PROVA

Não agüentei e larguei acho que na metade. Com um elenco que inclui nada mais, nada menos do que Ewan Mcgregor, Michael Douglas, Antonio Banderas, Channing Tatum e Michael Fassbender, fazendo pano de fundo para a estréia da lutadora de MMA Gina Carano no cinema, Haywire é ... sobre o que mesmo ? ... Alguém entendeu bem a história ? ... Alguem conseguiu ficar acordado e ligado na trama ? ...  


Para mim o Steven Soderbergh (diretor bons filmes como Traffic) se perdeu feio nesta joça.

Monday, May 16, 2011

Filme - Priest

Com ecos de Blade Runner, Mad Max, John Ford (literalmente calcado em Rastros de Ódio), Priest é uma beleza para quem curte quadrinhos, terror e um bom filme de ação.

História :

Para combater os vampiros numa guerra, travada desde tempos imemoriais, a Igreja (como comandante da Terra), cria um exércido de “Padres”, uma tropa de elite especializada em combater os filhotes de Drácula. Este exército de superhomens e mulheres acaba por derrotar os dentudos, mas caem no ostracismo após a vitória final.

Quando o filme inicia, os Padres estão debaixo do fiofó da sociedade, em subempregos e totalmente desacreditados (a margem total). Mas eis que os vampiros estão com planos de voltar às luzes (noturnas é claro) , e os Padres têm que voltar à ativa, mesmo que o alto clero seja contra.

O filme é tri bom (os confessionários automáticos são geniais), com um elenco ótimo, especialmente a participação em papel pequeno - mas fundamental - do Stephen Moyer, o super vampiro Bill Compton, da série “True Blood”.

A ação é ininterrupta, a direção de arte é fantástica, a maquiagem expressiva (os “Familiares” parecem clones do Marilyn Manson), enfim diversão pura.

Que venha logo a sequencia.

Cotação : ótimo

Link IMDB