Verdades. mentiras, reflexões e insanidades ditadas por forças ocultas Autores : Iuri Palma (iuri.palma@gmail.com)
Saturday, September 14, 2013
Filmes - Os 25 melhores filmes de horror de todos os tempos
Na minha opinião
Monday, September 09, 2013
Filme - O Círculo de Fogo
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| Os Jaegers |
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| Jaeger x Kaiju |
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| Goldar - Os Gigantes do Espaço |
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| Goldar - Os Gigantes do Espaço |
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| Ultraman |
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| Ultraman |
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| Godzilla |
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| Godzilla |
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| Godzilla |
Thursday, May 30, 2013
Filme–Velozes e Furiosos 6
Pancadaria, tiroteio, carros envenenados, lutas, músculos, mulheres gostosas, hip hop, paisagens paradisíacas e nenhum senso de lógica ou veracidade.
Tudo embalado com pipoca, refrigerante e projeção I-MAX.
Quer coisa melhor para um domingo outonal à tarde?
Então lá fomos nós conhecer o cinema I-Max (magnífico) do Shopping Bourbon e assistir “Velozes e Furiosos 6”.
Um filme perfeito na sua proposta de entretenimento descerebrado.
Vi alguns episódios da franquia, mas me recusei a acompanhá-la depois que a Letty, personagem da Michele Rodriguez (que eu amo), “morreu”.
Quando fiquei sabendo que ela ressucitava no episódio 6, resolvi voltar ao cinema. E ela vem com tudo, bem no seu estilo mulher-macho. A briguenta mantêm sua cara de pit-bull de saias (ou calças no seu caso) durante o tempo todo, e suas lutas com a Riley, personagem da marrenta lutadora de MMA” Gina Carano , (uma no meio e outra no final do filme) são excelentes (porrada pura).
De resto, falando sobre a história pode-se dizer que ela á abrilhantada com personagens unidimensionais,frases ridículas, situações bizarras, clichês super batidos, sequências absurdas e inverossimilhança total.
Mas quem se importa?
O lance é divertimento (as piadas são hilárias), e “ Fast & Furious Six” cumpre o que promete de forma perfeita.
Diversão total.
Obs.: o final, com a aparição do Jason Statham bem maldito, deixa o povo babando pelo próximo episódio.
Trailer abaixo
Monday, February 11, 2013
Filme - A Vida de Pi
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| A Vida de Pi |
Esta foi a palavra que resumiu meu sentimento em relação “A Vida de Pi”.
Saí embasbacado do cinema.
Zonzo com a beleza da história (as imagens nem se fala), atordoado com o alcance do discurso íntimo no que ele tem de mais real diante do desafio da transcendência humana
“Pi” mostra o homem, cheio de conhecimento, erudição e sabedoria, sonhos e esperança colocado nu e cru frente a frente com seus piores medos.
O que fazer com toda a sabedoria quando o horror da fraqueza da mente e da carne atacam ?
Nestes momentos, não há nada pior do que termos que enfrentar a nós mesmos.
Nossos traumas, nossos calafrios, nossos tremores de alma – nossas fobias
Diante deste horror, nossa fragilidade emocional nos leva à covardia ao receio; à não sair da zona de conforto.
Mas realidades de dor são inevitáveis e rasgam, destroem nosso emocional e nos expõem ao desamparo, à perda e à desesperança.
Teoricamente podemos ter inúmeras saídas e ferramentas para “lidar com situações”.
Podemos “acreditar”, “ter fé”, “sermos fortes”, “segurar na mão de Deus” e várias outras formas “encarar os fatos”.
Sim, tudo muito lindo, tudo muito prático. Um discurso perfeito e recheado de boas intenções.
Mas como a coisa fica quando nos deparamos com a fragilidade da existência?
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| Livro - A Vida de Pi |
Deus existe e nos fortalece, ou esta força brota do próprio homem?
“AVida de Pi”, fala sobre tudo isto e muito mais.
Baseado no romance Life of Pi de Yann Martel, o longa de Ang Lee, conta a incrível história do jovem indiano, Pi, uma zebra, uma hiena, um tigre e um orangotango, que lutam pela vida num bote salva-vidas, após serem os únicos sobreviventes de um naufrágio.
É claro que acontece muita coisa, e prefiro não dizer o que para não estragar o prazer de quem ainda não viu.
O que o longa oferece é testemunharmos o processo dilacerante pelo qual Pi passa, e que o conduz a experiências, descobertas, transformações, mortes e renascimentos que o desfazem e o reconstroem inúmeras vezes.
Seus embates com o Tigre Richard Parker são espetaculares e vão do pavor absoluto até encontros espirituais (de alma), onde ambos comungam entre si, com a natureza e com o firmamento.
O final é apenas soberbo.
Uma das reflexões que fiz na saída do cinema, é que filmes como “Pi” ou “Amor” dialogam diretamente com nosso íntimo, com nossa natureza
São obras que se originam e ecoam no espírito humano e, por isto, possuem aquela capacidade da arte de ir além do entretenimento e atingir nossos temores mais reais.
Obras primas.
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Comentário :
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| Max e os Felinos |
Mas o escritor gaúcho não ficou muito satisfeito com os comentários de Yann..
Mais detalhes aqui.
Trailer do filme
Monday, January 14, 2013
Filme – A indomável sonhadora
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| Indomavel Sonhadora - Poster |
É claro que para nós civilizados fica evidente que estes primitivos não gostam nem um pouco dos “de fora”, não aceitam aproximação nem (falsas) intimidades e vivem num mundo com regras e códigos próprios (alguns avançando perigosamente no politicamente incorreto).
Tudo o que escapa ao seu universo ( muito daquilo que vimos como conquistas da modernidade) é visto por eles com receio e/ou desconfiança.
Pois no “A Indomavel..” , surpreendentemente, este povo da periferia da civilização é o protagonista.
A trama é vista a partir do olhar da pequena Hushpuppy ( Quvenzhané Wallis- excelente), uma garota de seis anos que vive com o pai Wink (Dwight Henry - ótimo), e demais nativos locais em “Bathtub” , uma comunidade em uma ilha da Baia de Lousiana separada do mundo por uma barragem (esta situação reforça a idéia de um local isolado e meio perdido)
Ali, onde parece ser o local do fiofó do Atlas Mundial, o cotidiano de Hushpuppy é rico em experiências.
Sua casa (se é que se pode chamar assim tal ambiente), fica no meio do mato. É suja, úmida, bagunçada, remendada e aberta ao tráfego de todos os animais domésticos ou semi-domésticos (galinhas, porcos, gato, cachorro, insetos, etc).
Quando a garota não está na escola, perambula pelo mato, mantendo um contato bem orgânico e sensorial com a fauna, flora e elementos ( - água, fogo, terra e ar são tratados com forte simbologia durante todo o longa –).
Wink vive em outro barraco próximo a ela, mas some eventualmente durante alguns dias e deixa a menina se virando sozinha.
Num de seus retornos, a garota percebe as vestes estranhas do pai (um avental de hospital e uma pulseira laranja de paciente), não entende o que é e o questiona, só para receber xingamento e agressão de volta.
A mãe não vive ali (ela pode estar morta, ou não), porém a menina conversa com ela através da imaginação.
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| Hushpuppy e garotas preparam-se para a "Viagem em busca da mãe" |
O pai, dentro do seu jeito enviesado – e já sabendo estar doente- , se esforça para ensinar à filha formas de sobrevivência, como conseguir comida, como usar a força, etc, tudo para torná-la independente.
E para isto usa artifícios duros, inclusive chamando a garota de “cara”.
Numa cena a menina, ao invés de utilizar uma faca, é ensinada pelo pai a “animalizar” a abertura e ingestão de um caranguejo diretamente com as mãos, o que ela faz e é então aplaudida.
Na escola, a professora Bathsheba (Gina Montana) inflama a imaginação da gurizada com histórias sobre selvagens animais pré-históricos chamados Aurochs, que seriam libertados do gelo quando as calotas polares do Polo-Sul se derretessem, momento no qual a terra seria inundada.
Assim, dentro da proibição de não temer nada da vida e sim estimulada a ser durona, a garota direciona todos seus medos (perda do pai, ausência da mãe, forças da natureza, etc) para os ameaçadores Aurochs.
Quando Bathtube é inundada após uma tempestade (na verdade seria o efeito Katrina) todo o frágil equilíbrio local é destroçado, o que expõe os habitantes a duras realidades.
A natureza de amiga passa a ser uma ameaça ( a inundação do local pelo mar mata a flora e a fauna). Desolados, eles então resolvem explodir a represa. O que executam, fazendo a agua baixar aos níveis anteriores, porém só para revelar mais destruição e morte.
Por outro lado, para a menina o fato de as águas terem subido é sinal evidente do derretimento das calotas polares e a conseqüente liberação dos Aurochs.
Isto faz com que ela comece a ter visões dos monstros avançando, supostamente para pegá-la.
Em seguida, através da força das autoridades, ela e todos demais são recolhidos e levados a um abrigo / hospital
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| Hushpuppy enfrenta os Aurochs |
Eles então, horrorizados, se unem para fugir de tal inferno.
No retorno a Bathtube, Hushpuppy , juntamente com outras meninas, embarcam numa “Viagem em busca da mãe”.
Para isto atiram-se desprotegidas às águas e são resgatadas por um barqueiro sem rosto (não é bem assim, na verdade não aparece o rosto dele numa interessante cena de diálogo), que as leva a uma espécie de cabaré onde as garotas encontrarão, terão carinho e dançarão com suas (supostas) mães.
Toda esta sequência pode ser entendida como um sonho (ou delírio) de Hushpuppy, pois é absolutamente surreal; sensação que se estende à volta das garotas ao lar quando então são atacadas pelos Aurochs.
As outras meninas fogem, mas Hushpuppy fica e enfrenta os monstros, numa demonstração clara de enfrentamento e superação dos seus medos.
Já nesta condição ela vivencia o que seria seu maior temor e termina o filme com a postura e o olhar de alguém profundamente transformado e amadurecido.
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Dirigido por Benh Zeitlin, o longa não é de fácil digestão.
Seja pelo tema árduo, pelo forte simbolismo, pelas “cenas cruas”, pelo ritmo lento ou pela quase “falta de emoção”, o paladar geral pode não agradar muitos.
No “A indomável” é difícil criar empatia por personagens tão embrutecidos e feios, e o filme não faz muitas concessões neste sentido, o que passa a ser um mérito.
Então, para “apreciar” (se é que isto seja possível) a obra, é necessário que o espectador se esforce para despir-se de uma série de conceitos e assim se introduzir (ou pelo menos tentar se ) na realidade dos personagens.
Isto provoca repulsa e estranhamento em vários momentos e atração e carinho em outros.
Não digo que “A Indomável..” seja “bom” ou “ruim” (fica a cargo de cada um), mas definitivamente é uma experiência instigante
Fica na categoria do “vale a pena”, mas “se prepare”.
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Notas :
1 ) A seleção de elenco pedia garotas entre seis e nove anos de idade para o papel de Hushpuppy. , Quvenzhané Wallis, então com cinco anos, impressionou os cineastas durante a audição, com sua incrível capacidade de leitura, seu grito extremo e sua habilidade em arrotar sob comando, ambos utilizados em cenas do filme
2 ) Dwight Henry (Wink) não procurava trabalho como ator, conforme explicou para o San Diego Reader:
- “Antes de eu ser escalado para o papel, eu tinha uma padaria chamada “Henry's Bakery and Deli” bem em frente da agência de elenco onde o Court 13 tinha seu estúdio. Eles costumava aparecer para fazer seu lanche ou tomar seu café nas manhãs. Depois de alguns meses acabamos desenvolvendo uma espécie de relacionamento. Eles acabavam deixado flyers na padaria com seus números de telefones ofertando a possibilidade das pessoas aparecerem em seus filmes. “
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| Gente Diferente - Poster |
- “ Eu enfrentei o Katrina com a água pelo pescoço, e, portanto, tinha um entendimento de alma sobre o que o filme tratava. Eu trouxe ao papel uma paixão que outro ator, que nunca viu uma tempestade de verdade, nem uma enchente ou perdeu tudo, não poderia ter. Eu tinha dois anos quando o Furacão Betsy invadiu Nova Orleans, e meus pais me colocaram no sótão de casa. Um “forasteiro” não traria paixão igual ao papel, como eu trouxe”.
Só que no filme do Andrey Konchalovskiy temos uma relação explícita entre a família do pântano e a família da cidade, que ocasiona profundas mudanças de entendimentos e comportamentos de vida em alguns personagens.
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Trailer do "Indomável sonhadora"
Famosa cena do duelo de banjos em "Amargo Pesadelo"
Saturday, January 12, 2013
Filme - Copacabana Palace
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| Copacabana Palace - Poster |
“Copacabana Palace”, uma produção Franco/Italiana/Brasileira, de 1962, dirigida por Stefano Vanzina, que já teria caído da vala do esquecimento cinematográfico não fosse pela magnífica trilha sonora de bossa nova (o estilo estava no auge), a esplêndida fotografia colorida e o enredo “original” que retrata o Brasil de um modo, digamos, bizarro-antropológico.
No longa, nosso país é vendido como um lugar ingênuo, alegre, tropical, sensual e macumbeiro.
Um lugar primitivo para o qual as pessoas viajam para cair na farra, curtir e gozar, dentro da idéia de que , como bem disse do teólogo e historiador holandês Caspar Barlaeus : "ultra aequinotialem non
peccavi" (não existe pecado abaixo do Equador). Ou seja, aqui debaixo o que rola é só devassidão e hedonismo.
Neste sentido Copacabana Palace acompanha - no estilo do enredo onde várias narrativas ocorrem em paralelo - as peripécias de vários estrangeiros que querem se dar bem em pleno carnaval carioca, tendo como pano de fundo a hospedagem de todos no célebre hotel da Avenida Atlântica.
O filme é primor de ruindade,para dizer o mínimo. Roteiro ridículo, interpretações tacanhas, falta de timing / ritmo, e humor inexistente são oferecidos a cada minuto.
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| Trilha Sonora - Copacana Palace |
Com o elenco mainstream composto quase que exclusivamente por estrangeiros, temos a oportunidade de ver nesta “comédia” atores nacionais ainda jovens (Tonia Carrero e Paulo Gracindo.), em papéis menores e irrelevantes (exceto pela personagem da Doris Monteiro que ganha um certo
destaque).
Também constam na nominata do elenco os nomes do John Herbert e do CylFarney, mas não consegui identificá-los em cena.
As três histórias apresentadas são :
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HISTÓRIA 1 : LADRÕES INTERNACIONAIS PLANEJAM SURRUPIAR CONTEÚDOS DOS COFRES DO HOTEL COPACABANA PALACE.
Para isto, após aterrisarem por aqui, eles buscam numa favela, a ajuda do Ugo (Walter Chiari), um ex companheiro de falcatruas que eles haviam abandonado no RJ em uma situação difícil, há um
ano.
Neste meio tempo longe dos salafrários, Ugo casou-se com a brasileira Maria (Doris Monteiro, belíssima e boa atriz), arranjou um emprego de garçom numa espelunca e, se achando esperto, agora tentava fazer seu papagaio repetir o slogan “Casa da Banha sempre melhor”, para ganhar o prêmio de 500 mil cruzeiros oferecido por um programa de rádio (comandado pelo Paulo Gracindo)
Ressabiado com os “amigos”, Ugo. recusa a “trabalho”. Porém os falcatruas dão um jeito de convencer a bela Maria. de que têm uma proposta de um bom negócio para o seu marido, e assim, através dela, pressioná-lo a participar do “empreendimento”.
Mas o mais absurdo de tudo é que a Maria (confirmando o exótico do local) decide que quem deve dar a palavra final sobre o assunto é o Pai de Santo da MACUMBA.
Sim, e além de explicar didaticamente aos estrangeiros o que seria a tal macumba, a bela nativa arrasta todos para um terreiro para verem de perto como funciona a magia tropical brasileira.
A cena é “algo”, com direito a dança, fumacê, incorporação, mensagem e tudo o mais.
Fico só pensando o que aqueles que assistiram a este filme na época pensaram sobre os ritos brasileiro. Que tipo de religião os tupiniquins primitivos praticam - , só faltou o vudu e sacrifício humano -.
Algumas cenas abaixo :
Ugo explica a sua esposa Maria os motivos para não aceitar a “proposta” dos amigos. Ela então propõe deixar a decisão para o Pai de Santo da Macumba.
CENA : RITUAL DA MACUMBA
Todos estão no terreiro. O povo canta, dança, fuma e incorpora (tem uma criatura que parece uma boa duma trava). De repente Oxossi “baixa” no Ugo e manda sua mensagem.
CENA : PROGRAMA DE RADIO COM PAULO GRACINDO
CENA : TONIA CARRERO COMO MILIONARIA
Os escroques já estão no Copacabana Palace e Tonia aparece para buscar um isqueiro cravejado de diamantes. O que eles querem e passar a mão no conteúdo do cofre que ela alugou no hotel. Só que tudo dá errado e eles acabam no zero e saindo do Brasil como clandestinos num navio.
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HISTORIA 2)
AEROMOÇA GOSTOSA E EM CHAMAS QUER DAR PRO TOM JOBIM.
Silvia Koscina faz a sensual aeromoça Ines. que vem ao Brasil atrás do músico Tom Jobim, um passageiro brasileiro que ela havia auxiliado numa emergência de saúde num vôo em Portugal.
A devassa chega aqui com mais duas colegas - Laura Brown & Gloria Paul, - (os penteados / perucas de todas elas – mesmo na praia- são um arraso) , e, bem Messalina, faz toda uma linha “eu já dei pra ele”, deixando as amigas com inveja e com água na boca.
também são casados e indisponíveis (fala sério).
As bonitas ainda não sabem que os gajos são casados (e bizarramente fiéis), e se deleitam no prazer do momento idílico sob o sol com olhares sonhadores. Mas elas não perdem por esperar.
Mas uma das aeromoças (Lucia) contrapõe afirmando que nos bailes fechados todos se divertem.
De qualquer forma é interessante acompanhar o tipo de folia – e o entusiasmo - da baixa e da alta sociedade morena.
Ines recebe convite – com direito a escolha de fantasia - para um baile promovido por “Jorginho”(que só pode ser o Guinle). Na sequencia uma das aeromoças informa que o tal Jorginho é filho de um
dos homens mais ricos do Brasil.
Canta : João Gilberto e Os Cariocas
PRINCÍPE GAY QUER DAR FLAGRANTE DE ADULTÉRIO NA ESPOSA INDÓCIL.
Aqui temos a saga do príncipe Buby von Raunacher (Claude Rich), que depois revela-se gay e que persegue a esposa Zina von Raunacher (Mylène Demongeot ) ao redor do mundo a fim de flagrá-la em flagrante de adultério .
Canta : Luiz Bonfá
Esta cena é fantástica. A Deusa e seu “amante” estão num veleiro onde a tripulação é composta apenas por negões deuses que cantam uma espécie de canto da sereia tropical. A loura fica louca e chama o Nicky para“algo”. Só que ele mais uma vez dá um jeito deescapar da devassa.
A cena inicia com o príncipe Buby vendo seu amante brasileiro ser beijado no rosto por uma colega de trabalho, que ele, indignado, chama de “Piranha”. Mas o rapaz acaba lhe mandando um tchauzinho, o que o acalma.
A sequência termina com o Raymond Bussières exibindo seu corpão sob o sol, o que deixa a biba passada de horror.
O príncipe, mais o advogado Da Fonseca, juntamente com a polícia, arrombam a suíte onde, supostamente, pegariam a Zina e o Nicky em pleno ato. Só que, para decepção de todos, o que encontram é o suposto amante bebendo champanhe com o camareiro (traduzido como “garçom”) do hotel (o mesmo que tem um rolo com Buby). O príncipe obviamente logo saca qual é o lance que tá rolando.
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Música : Samba do Avião (Antonio Carlos Jobim)
Canta : Jula de Palma e os 4 x 4 de Nora Olandi
Canta : Norma Bengell
Bela passagem que ilustra o amanhecer do dia seguinte a uma festa. Vemos o povo ainda brincando na beira do mar e outros voltando para casa.
Muito interessante ver como o povo brincava o carnaval na época.
Música : Samba do Avião (Antonio Carlos Jobim)
Ugo encontra os escroques Teodoro van Der Werf e Raymond Broussarc também como clandestinos no navio que o levaria para fora do Brasil. Assustado com tanto azar, prefere então atirar-se ao mar e voltar a nado para a Cidade Maravilhosa, do que ficar com os “amigos”.
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LuizBonfá, Laura Brown, Gloria Paul, João Gilberto, Antonio Carlos Jobim e Sylvia
Koscina, durante as filmagens de "Copacabana Palace".




















